segunda-feira, 17 de maio de 2010

A República velha e os dia atuais


REPÚBLICA VELHA

Na República velha ,os votos das pessoas não era secreto e votavam apenas homens maiores de 21 anos e alfabetizados,e as eleições eram controladas por grandes proprietários de terras "coronéis".E hoje nos dias atuais os votos das pessoas é secreto e a idade para votar caiu muito,hoje pode se votar com 16 anos que eu acho errado porque tem muitos adolescentes que ta nem ai ,se rolar uma graninha pra pagar uma continha já tem em quem votar.Na época da República avia desigualdade pro lado das mulheres ,mas hoje como mudou as mulheres tem o direito de votar tanto quanto os homens.

A República Oligárquica aconteceu entre os anos de 1894 a 1930, e ficou caracterizada como a política do café-com-leite. O governo recebeu este nome porque São Paulo era o maior produtor de café do país, enquanto Minas Gerais se destacava pela produção de leite.

Essa política consistia na escolha dos presidentes da república, sempre de um desses dois estados do Brasil, a fim de defender os interesses dos mesmos.Isso só era possível porque eles mantinham o maior colégio eleitoral do país, sendo que os outros estados nunca conseguiam eleger outro presidente.

O período da República Oligárquica foi caracterizado pelo comando dos grandes fazendeiros, apelidados de coronéis. Eram muito respeitados, tendo sempre suas ordens cumpridas. Decidiam sobre as pessoas que trabalhavam em suas terras e de seus vizinhos, governavam o município onde morava, serviam de apoio ao governo do Estado e ao governo federal, escolhiam quem deveria ganhar as eleições e obrigavam as pessoas a votarem em seus candidatos, pois o voto não era secreto. Quem não obedecesse a suas ordens era castigado com espancamentos, muitas vezes até a morte. Esse voto obrigatório recebeu o nome de “voto do cabresto” – freio que se usa nos cavalos, para não olharem para os lados.


Era Vargas ( 1930 – 1945)
- o populismo

- Criação do DIP (Depto de Imprensa e Propaganda – Ditadura)

- Leis Trabalhistas: salário mínimo e direitos para o trabalhador

- Industrialização: criação de empresas estatais e infra-estrutura para o país

- nacionalismo: contra a entrada de empresas estrangeiras

Transformações na década de 1930
O Brasil passou a ser um país agrícola e industrial

A cultura na década de 1930
- importância do rádio

- Diversão: carnaval
- Cinema

- Sucesso de Carmem Miranda

Nova Mulher: participação política, profissional, conquista de espaços sociais.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é a principal norma legislativa brasileira referente ao Direito do trabalho e o Direito processual do trabalho. Ela foi criada através do Decreto-Lei nº 5.452, de 1 de maio de 1943 e sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas, unificando toda legislação trabalhista então existente no Brasil. Seu objetivo principal é a regulamentação das relações individuais e coletivas do trabalho, nela previstas.[1] Foi assinada em pleno Estádio de São Januário (Club de Regatas Vasco da Gama), que estava lotado para a comemoração da assinatura da CLT.



A CLT surgiu como uma necessidade institucional após a criação da Justiça do Trabalho em 1939. Em janeiro de 1942 o presidente Getúlio Vargas e o ministro do trabalho Alexandre Marcondes Filho trocaram as primeiras idéias sobre a necessidade de fazer uma consolidação das leis do trabalho. A idéia primária foi de criar a “Consolidação das Leis do Trabalho e da Previdência Social”.

Foram convidados para fazer parte da empreitada os juristas José de Segadas Viana, Oscar Saraiva, Luís Augusto Rego Monteiro, Dorval Lacerda Marcondes e Arnaldo Lopes Süssekind.

Na primeira reunião ficou definido que a comissão seria dividida em Trabalho e Previdência e que seriam criadas duas consolidações diferentes. As fontes materiais da CLT foram, em primeiro lugar, as conclusões do 1° Congresso Brasileiro de Direito Social, realizado em maio de 1941, em São Paulo, para festejar o cinqüentenário da Encíclica Rerum Novarum, organizado pelo professor Cesarino Júnior e pelo advogado Rui Azevedo Sodré. A segunda fonte foram as convenções internacionais do trabalho. A terceira foi a própria Encíclica Rerum Novarum e, finalmente, os pareceres dos consultores jurídicos Oliveira Viana e Oscar Saraiva, aprovados pelo ministro do Trabalho.

Em novembro de 1942, foi apresentado o anteprojeto da CLT, publicado posteriormente no Diário Oficial para receber sugestões. Após estudar o projeto, Getúlio Vargas deu aos co-autores e nomeando os mesmos para examinar as sugestões e redigir o projeto final, finalmente assinado em 1º de maio de 1943.


História

A CLT é chamada de Consolidação das Leis Trabalhistas, ao invés de Código das Leis Trabalhistas porque seu objetivo foi apenas reunir a legislação esparsa trabalhista já existente na época, consolidando-a. Daí seu nome. Não poderia receber a denominação "Código" por não se tratar de um direito novo, apenas de uma reunião consolidadora. Cabe ainda esclarecer que uma lei será denominada "Código", quando os dispositivos legais no diploma legislativo forem votados um a um e simultaneamente pelo Congresso Nacional. Isso significa dizer que deve ser votado artigo por artigo.


3 comentários:

  1. CARA FICOU MUITO BOM VOCÊ E CRIATIVO E SOUBE MANEJAR O ASSUNTO DO COMEÇO AO FIM ...
    PARABÉNS ADOREI
    ABRAÇOS

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  2. Alex, gostei muito do seu blog, parabéns.
    Você conseguiu vincular o conteúdo a imagens de forma muito criativa. Quanto ao seu comentário sobre o voto na República velha ficou bom. Porém como se trata de um blog, penso que temos que tomar um pouco de cuidado com a ortografia. Peço por gentileza que relei com bastante atenção o seu texto e corrija alguns equívocos cometidos por você na grafia.

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  3. - Amei oh seu blog ..:::

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